sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
VERGONHA, UM SENTIMENTO FORA DE MODA
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
FELIZ FOI O ANO QUE PASSOU !
Toda vez que alguém fala em feliz ano velho, me vem a lembrança a história do Marcelo Rubens Paiva, que de uma hora para outra teve a sua vida completamente revirada entre o fim e o início de um ano. Mas isto acontece com uma enorme frequência e não vira livro e nem filme. Por exemplo, numa recente virada de ano, havia uma linda pousada na Ilha Grande-RJ, um lugar paradisíaco, onde várias pessoas foram curtir as festas de fim de ano. A maioria dos hóspedes tinham acabado de se recolher em seus quartos, depois de uma noite de brindes e confraternizações pela chegada de um ano novo, quando de repente enormes pedras começaram a descer montanha abaixo, carregando com elas árvores e muita terra, atingindo em cheio a pousada, que por conta disto, boa parte foi parar no mar, matando várias pessoas e entre estas estava, a linda e jovem filha do proprietário da pousada e alguns de seus amigos. Todos os que morreram tinham acabado de dar boas vindas ao novo ano que se iniciava e que para eles durou apenas poucas horas. Sim, também o foi para milhares de pessoas no Haiti que pereceram logo nos primeiros dias de janeiro de 2011, após um grande terremoto que atingiu aquela ilha. Um ano que começa é uma incógnita. Não temos qualquer garantia de sucesso ou de permanecermos vivo, junto com os nossos familiares e amigos. Tudo pode acontecer. Há apenas uma expectativa de que algumas coisas que deram errado no ano anterior, possamos ter melhor sucesso no ano que se inicia, com talvez uma nova maneira de agirmos, ou atuarmos, um novo enfoque. Mas nada garante que vá acontecer como planejamos. Tudo pode mudar para bem pior do que aconteceu no ano que se finda. Pode aparecer uma doença grave, a perda do emprego, de uma boa amizade, a perda de um ente querido, o fim de um relacionamento, tudo é possível inclusive a nossa morte. Embora muitas pessoas possam conseguir ter uma melhora bastante significativa em suas vidas no ano novo, e este seja realmente um ano excepcional, não significa que todos vão de uma forma ou outra ter tal sucesso. As coisas que se apresentam no horizonte logo á frente, não são nada agradáveis, são bem sombrias, como um espectro que perturba nosso sonho. Aqui, na região serrana do Rio onde resido, mais de mil pessoas que tinham acabado de entrar no ano novo, vieram a falecer com as chuvas torrenciais que fizeram desmoronar até prédios. Mas não é por causa disto, que vamos nos deixar abater e ser pessimistas, devemos apesar de tudo, achar que no nosso caso podemos ter alguma melhora, o que não devemos é criar expectativas irrealistas, de que tudo vai dar certo no ano novo, pois pode haver muita decepção e a não concretização das coisas desejadas. O ponto que queremos destacar é: se conseguimos chegar ao final deste ano, vivos, com saúde, na companhia de pessoas amadas e bom amigos, tendo um trabalho para nos sustentar, sem grandes perdas, ele pode ser considerado um ano muito feliz. O próximo, a sabedoria prática nos manda ter cautela, reservas, para não festejarmos o desconhecido, o imponderado e imprevisível que pode nos sobrevir, sem nenhum controle de nossa parte.....Faltam alguns momentos... Ufa! conseguimos chegar ao fim deste ano... vivos..., com saúde..., sem grandes perdas e alguns poucos mais sinceros amigos, então pode-se dizer com toda propriedade que o ano que se finda, apesar de tudo foi um ano feliz! Faltaram algumas coisas que havíamos planejado para ele mas tudo bem, não se pode ter todas as coisas mesmo, ainda mais numa época de vacas magras.
Apenas um pequeno lembrete: O ano que está prestes a se iniciar não é o festejado 2016 e sim corretamente o ainda 2015, isto porque os romanos, desconheciam o número zero como início de contagem e já começaram com o ano I, o que matematicamente é incorreto, isto porque tudo começa com zero, o ano I só se concretizaria 12 meses depois, com isto em conta, há um crasso erro na nossa contagem em um ano a mais. Portanto se você acha que ainda deve festejar, que o faça, não ao 2016 que ainda está no futuro e sim ao 2015 que é o que vai se iniciar.
Apenas um pequeno lembrete: O ano que está prestes a se iniciar não é o festejado 2016 e sim corretamente o ainda 2015, isto porque os romanos, desconheciam o número zero como início de contagem e já começaram com o ano I, o que matematicamente é incorreto, isto porque tudo começa com zero, o ano I só se concretizaria 12 meses depois, com isto em conta, há um crasso erro na nossa contagem em um ano a mais. Portanto se você acha que ainda deve festejar, que o faça, não ao 2016 que ainda está no futuro e sim ao 2015 que é o que vai se iniciar.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
PROCURANDO ENTENDER O UNIVERSO FEMININO
Há uns dias atrás, uma conhecida me contou que estava lendo um livro cujo título era: "Os homens são de Marte, as mulheres são de Vênus", segundo ela, o autor procura demonstrar que homens e mulheres diferem em todas as áreas de sua vida. De fato, homens e mulheres se diferem em vários campos. Mas é justamente nas diferenças que reside a beleza do ser humano, não importando isto que haja um total conflito de interesses. Elas, as mulheres nos completam como um encaixe perfeito. Naquilo que temos carência, elas se sobrepõe e nos ajudam a ficarmos fortes, completos. Nós homens, precisamos deixar de sermos hipócritas e despertar para a realidade de como devemos enxergar o sexo feminino. Poucos de nós reconhecemos ou damos o devido valor de que sem elas não conseguimos viver. Somos completamente dependentes do seu afeto. Precisamos delas para perpetuar o nosso sobre-nome. O mundo fica mais doce quando elas estão por perto. Muitos de nós homens ainda trazemos o ranço de que lugar de mulher é na cozinha ou cuidando da casa e da família. Quando no trânsito vemos algum "barbeiro" logo dizemos que é alguma mulher que está atrás do volante. Quando constatamos que é um homem o tal mau motorista, dizemos que ele dirige igual a uma mulher. Por estes e outros preconceituosos comentários eu mesmo reconheço a "mea culpa". Sempre imputamos ao sexo chamado de "frágil" as mazelas da vida, quando na verdade e na maioria dos casos nós varões é que somos os vilões. Infelizmente por tantos anos de repressão e tratamento injusto, muitas mulheres foram á luta para desmistificar tais conceitos. Muitas foram ao extremo de quererem ser iguais aos homens, nivelando-se por baixo, naquilo que era a nossa fraqueza ou lado ruim, qual seja de sermos a maioria infiéis, falta de respeito para com as virtudes do casamento, elas não só procuraram copiar mas excederam na sua ânsia de imitarem os homens. Com isto, as mulheres que antes ficavam na defensiva e tinham uma atitude totalmente passiva na relação com os homens, partiram para o ataque, como se fossem caçadoras e não como deviam sempre ser, objetos valiosos a serem conquistados. Ao inverterem-se os papéis, hoje muitos de nós homens as vezes nos sentimos acuados, tendo até de provar que tal atitude não tem nada de "gay", o fato de não aceitarmos tal assédio ou proposta explícita. Com isto sumiu o romantismos que antes existia como parte do jogo da conquista feminina. Também desapareceu ou ficou fora de moda o cavalheirismo. Já vai longe o tempo, em que nós homens nos esmerávamos em atos tais como: abrir a porta do carro, puxar a cadeira em restaurantes, ceder lugar em condução e outros. Hoje, as mulheres que saem com seus acompanhantes masculinos, racham ou pagam toda a despesa coisa impossível de se imaginar a poucas décadas atrás. As mulheres naquele tempo, só levavam as suas bolsas com coisas femininas e nada mais. As mulheres estão se esquecendo da grande arma que possuem que é serem elas os alvos da conquista e da sedução. Gostaria eu, que as mulheres que a cada dia ficam mais bonitas e sedutoras, voltassem a ser como eram antigamente: femininas, delicadas, vasos valiosíssimos de porcelana chinesa, verdadeiras musas inspiradoras de poetas e não como muitas são hoje, com excesso de testosterona em seus corpos másculos e aquela voz áspera. Lembrem-se de que muitas guerras foram travadas por causa de vocês mulheres, muitos reinos foram conquistados por conta vocês, muitas cabeças rolaram por sua causa, por favor continuem a ser este tipo de pessoa tão admiradas e necessária. Não acho que John Gray tenha captado de forma correta a origem tanto de homens como de mulheres. Não me situo como vindo de Marte. Tenho a sensibilidade de estar mais perto de Vênus, embora todos nós, homens e mulheres, somos feitos do mesmo barro aqui da Terra. Procuro compreender o universo feminino, com um olhar benévolo, sabendo das suas enormes dificuldades por conta dos preconceitos e dos seus ciclos mensais em que muitas nesta ocasião, descem ao fundo do poço. Fico quieto, calmo, esperando que elas próprias, com sua garra, tal como uma Fênix, renasçam lindamente e encham nosso mundo de cores exuberantes e da mais pura alegria. Meus parabéns pra vocês, mulheres do meu mundo.
AH! O AMOR...ÊSSE SENTIMENTO INCRÍVEL
Quando eu era hippie, o lema básico era "make love, not war". A frase criada por Gershon Legman ativista contrário a guerra do Vietnam, serviu de slogan para o movimento da contracultura americana dos anos sessenta, bem como a revolução sexual. Sim, a ordem era fazer amor para se opor a guerra. Esta ordem de fazer amor tem uma conotação diferente da de "se ter amor ou amar". Esta mais ligado ao amor "eros" ou romântico, que tem a ver com sexo. Ainda hoje, as pessoas confundem amor, com sexo. São coisas que podem estar diametralmente opostas, ou seja alguém pode fazer sexo sem ter amor ou pode amar, sem fazer sexo. Sendo assim, o que é este tipo de "amor" diferente que pode existir, entre um homem e uma mulher, sem que necessariamente haja sexo? O amor verdadeiro entre um homem e uma mulher é algo muito sublime, envolve os sentimentos mais nobres da pessoa em relação ao objeto do seu amor. A pessoa que está amando tem os seus sentidos voltados para o ser amado. Tudo nela é feito com a intenção de agrada-lo. Os pensamentos, as ações e os sentimentos íntimos são todos carreados para a pessoa a que se ama. Aquele que está amando vive em estado de graça, vendo o mundo de uma forma totalmente diferente, colorida, onde tudo é belo, a vida se transforma num mar de rosas. Se aquele que ama for correspondido no seu amor, atinge-se ao ápice. É a fase do encantamento, do só vou se você for. É muito gratificante quando se ama e é amado. Nada supera em grau de felicidade, quando isto ocorre. Infelizmente em muitos casos quando se chega ao ponto mais elevado da forma do amor romântico, existem nuvens negras que podem até destruir o amor alcançado. São sentimentos negativos que roubam a felicidade. Um desses sentimentos é a perda do equilíbrio do amor por um ou ambos. O amor se torna tão forte que vira uma paixão. Embora muitos casais desejem ficar apaixonados um pelo outro, tal situação pode levar rapidamente ao fim do amor. A paixão é como um fogo que precisa ser consumida e quando isto acontece, o amor acaba. Todas paixões avassaladoras não perduram por muito tempo, logo vem a saturação, porque ninguém aguenta ficar em êxtase o tempo integral, há de haver uma pausa ou descanso. O ser apaixonado fica cego não vendo o óbvio que todos os que estão de fora veem. O amor verdadeiro é equilibrado e enxerga os defeitos que todo o ser humano possui. Não vive fora da realidade, esperando a perfeição de comportamento do ser amado, reconhece que ninguém é perfeito assim como ele próprio não o é. Um outro sentimento negativo que destrói o amor é o ciúme doentio. Ter um ciúme saudável, demonstra preocupação e interesse pelo ser amado e é uma das provas do amor. Agora, o ciúme doentio é destruidor do amor. Este tipo de ciúme demonstra total falta de confiança no ser amado. Não acredita nas suas justificativas por mais que sejam verdadeiras. A pessoa tem que sempre estar tentando provar que não fez isto ou aquilo. Depois desta verdadeira inquisição e comprovada a inocência, vem aquela frase famosa da pessoa arrependida pela desconfiança infundada que é: "mas eu te amo", o que não significa a verdade senão não agiria assim. Promessas feitas de mudanças mas nada muda, a desconfiança só cresce com o passar do tempo. A pessoa ciumenta do tipo obsessivo não respeita os limites naturais de privacidade da outra pessoa tentando controlar todo o seu ser e a sua individualidade. Se pudesse controlaria até os pensamentos da outra pessoa. A pessoa assim, não encontrando falhas no outro, engendra coisas torpes só para justificar o seu comportamento e dizer que estava com razão. É uma pessoa totalmente infeliz e doente, que faz adoecer o ser amado; que não confia em ninguém, vendo coisas ou tirando conclusões que certamente acabam com o amor que um dia existiu, por maior que este tenha sido. Chega a ser um pesadelo aquele que vive tal "amor ciumento". Possuir tal tipo de ciúme é próprio de uma pessoa passional, que pode em nome do "amor" cometer uma loucura que é matar o ser objeto de sua paixão desvairada. Somente o amor verdadeiro, equilibrado, livre destas coisas negativas pode permanecer, fazendo com que os enamorados vivam um romance eterno, tranquilo, o que acontece só num bom casamento, que é a forma correta do envolvimento de duas pessoas que se amam, onde não há dores de consciência por um comportamento errado, que usurpa o direito do outro. Que um dia, eu, você e todos nós possamos viver tal tipo de amor incrível, pois merecemos isso.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
PONDO O DEDO NA FERIDA
De vez quando nos machucamos, seja por algum descuido, seja por essas coisas que acontecem independente de nossa vontade e quando vemos temos um grande ferimento no corpo.Quase sempre quando temos uma parte lesionada é aí que nossos amigos ou outras pessoas cismam de tocar a mão ou um dedo, agravando a nossa dor. Desculpas pedidas e aceitas, por desconhecerem eles o nosso machucado, mesmo assim por algum tempo padecemos os males daquele toque. De maneira simbólica tanto o nosso eu íntimo como a sociedade em geral sofre de algum ferimento e fica vulnerável a toques, como aquele "calcanhar de aquiles". Só que, longe de ter apenas um grande problema a sociedade sofre de inúmeros males. O nosso planeta tem problemas gravíssimos que colocam a sua sobrevivência em risco. Para ajuda-lo existem várias pessoas e comunidades que se propõe a lutar para minimizar os males, tais como, o Greenpeace, os médicos sem fronteiras, os defensores da Amazônia, das baleias, das tartarugas marinhas, os vigilantes do clima, os ambientalistas e até os defensores dos cachorros abandonados. É muito louvável o trabalho destas pessoas, seja de forma individual, seja através de Ong`s., mas ainda assim os problemas pioram e se agravam a cada ano. O ser humano, pior do que muitos animais é que corre o maior risco de extinção. Isto porque, o que a sociedade humana sofre é de um tipo de doença qual um câncer já com várias metástases espalhadas pelo corpo inteiro. Estas ajudas que muitos fazem, minorizam os sofrimentos de algum setor mas são remédios apenas paliativos, tais como os chazinhos, são de pouco valor já que não extirpam o mal. A cura total está fora de nosso alcance e é necessária uma grande cirurgia para extirpa-la . Isto porque, a sede de todos os males está no nosso íntimo. É lá que está a causa. Precisamos erradicar o mal dos nossos corações e isto não conseguimos sozinhos. Embora anelamos o bem, fazemos coisas que demonstram o contrário. Pregamos moralidade mas no fundo somos imorais. Perdemos a coisa básica que é o senso de VALORES. Já não sabemos o que é certo ou errado, vivemos como que jogados pra lá e pra cá ao sabor de várias filosofias conflitantes. Nós pais, que temos a obrigação de educar os nossos filhos para que eles sejam pessoas de bem e bons cidadãos, não podemos mais disciplina-los mesmo que de maneira equilibrada e correta, pois se assim o fizermos, poderemos sofrer algum processo por abuso de autoridade, acarretando até a perda da sua tutela. Com isto os nosso filhos não tem mais limites e o que estamos vendo é uma geração totalmente alienada com respeito a leis, fazendo coisas absurdas em nome de uma liberdade irrestrita. De vez em quando a sociedade se mobiliza para extirpar algum mal localizado, como foi o caso, da expulsão dos bandidos do Complexo do Alemão e outras comunidades. Foi um espetáculo, com manchetes no mundo todo. Enquanto os holofotes da mídia estavam focados lá, vimos vários capitães ou agora coronéis "nascimentos" transformados em heróis da noite pro dia. Mas vimos também alguns excessos. Alguns bandidos, mesmo tendo se entregado espontaneamente eram humilhados e expostos como que troféus numa atitude de total desrespeito pelo ser humano. Nada justifica tal proceder. A perda de valores faz com que nos igualemos a pessoas do mal, fazendo coisas erradas, do ponto de vista moral. Temos de querer e ansiar pela justiça mas não podemos fazer atos injustos, sob pena de cometermos um crime maior, que é fazer justiça pelas nossas próprias mãos. Temos de recobrar os valores perdidos, sob pena de perecermos como pessoas que não merecem mais viver.
sábado, 25 de dezembro de 2010
PORQUE ALGUNS ESCOLHEM FICAR COM A MENTIRA?
domingo, 19 de dezembro de 2010
VIDAS VAZIAS
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