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sexta-feira, 24 de junho de 2011

PORQUE É TÃO DIFÍCIL SABER ENFRENTAR PROBLEMAS DE RELACIONAMENTOS?

O casamento aparentemente parecia sólido. Já haviam passado décadas juntos e tudo fazia crer que terminariam os dias de suas vidas na companhia um do outro. De repente, booom..! O casamento foi pro espaço. Porque isto aconteceu? Não souberam enfrentar e resolver os problemas. Isto acontece não apenas na relação marital, mas em sociedades, em amizades e em outras formas de relacionamentos. Sim, enfrentar os problemas de relacionamentos não é muito fácil, ao contrário pode ser uma tarefa muito difícil e desgastante. Mas muitas vezes, chega-se a esse ponto, por que uma das partes não prestou atenção nos avisos e alertas, de que a relação ou a amizade não ia bem. O desgaste ou o desacordo começa com algumas insatisfações,  pequenas reclamações, má vontade em fazer algo para o outro. Depois, começam os pequenos atritos e vai num crescendo até que há verdadeira barreira de comunicação entre as partes, que já não mas se entendem, nem falam a mesma língua. Tanto no casamento como em qualquer outro relacionamento, ambos devem fazer esforços para que não haja rompimentos e as vias de comunicação não sejam nunca interrompidas e se o forem, que não seja por muito tempo. Pois se isto acontecer, vai se criando um verdadeiro abismo e fica a cada dia mais difícil a reconciliação. Dizem que num casamento ou em outra forma de relações a dois para que se tenha êxito, é a união de dois bons perdoadores e não apenas um, que sempre toma a iniciativa e faz esforços para que a relação perdure. Não é sinal de fraqueza, pedir perdão ao outro em qualquer relação, mas ao contrário, de grandeza de espírito e nobreza de caráter. Assim, se não queremos enfrentar os tristes problemas de uma separação, temos de estar atentos aos menores sinais de que a outra parte está insatisfeita com o nosso modo de vida. Ao pressentir qualquer sinal de descontentamento, devemos fazer logo as mudanças necessárias para que a paz e a harmonia volte a reinar. As vezes, a separação se dá por um pequeno fato sem nenhuma gravidade, mas aquele fato foi a gota d'água que faltava para o copo transbordar. Não procrastine em melhorar a relação que você tem no seu casamento, no seu trabalho ou em outra forma de amizade. Procure logo sanar as dúvidas, pedir perdão e demonstrar por gestos concretos a sua vontade de voltar a ter uma boa relação, uma relação amigável, tolerante, para que antes que chegue os tempos de crises, de problemas e até de cólera, nossos copos de tolerância estejam com o seu nível de água bem baixo e possam aguentar e superar todo e qualquer obstáculo que possa surgir. Se assim o fizermos não seremos pegos de surpresa, achando que estava tudo bem, quando na verdade não estava.         

quinta-feira, 16 de junho de 2011

SERÁ QUE EXISTEM PESSOAS QUE SE ALIMENTAM SÓ DE ÓDIO?

Para muitas pessoas seria inconcebível que alguém se alimentasse só de ódio. Infelizmente, isto acontece não em número reduzido, mas numa quantidade razoável. Nestes meus anos de vida, tenho visto muitos casais, que depois da separação se tornam inimigos ferrenhos, ao ponto de um deles não procurar reconstruir a sua vida mas ter como alvo ou foco principal, tornar a vida do outro insuportável. Tal pessoa, abdica de todo e qualquer prazer que a vida poderia ainda lhe dar, para infernizar por todos os meios um ex-cônjuge. O combustível que alimenta tal pessoa é o ódio. Tudo gira em torno de se fazer o mal a alguém que antes era querido e amado. Ela não só faz de sua vida um grande dramalhão como, aqueles que estão a sua volta, principalmente os filhos, são instados a compartilhar de sua raiva. Sua vida se torna um torvelinho de emoções rancorosas e negativas, onde não há lugar para o amor, a alegria e a felicidade. De vez em quando está emoções chegam a um ponto em que há verdadeiras explosões de raiva e cólera, assim como acontece com os vulcões literais quando há erupções, despejam o seu magma fervente, destruindo a tudo e a todos a sua volta. Alguns poderiam pensar que, depois de uma grande explosão o ódio se aplacaria e o amor poderia até brotar num coração assim empedernido. Mas não, logo ela começa em fogo brando a aquecer sua raiva e paulatinamente a encher o seu copo de ira e amargura até que haja novas explosões, ficando neste vai e volta eterno. Esta situação, de alimentar-se e viver só de ódio, não acontece apenas no círculo familiar, entre ex-cônjuges, mas em outras relações afetivas, sejam de amizades, de sociedades e entre ex-companheiros de trabalhos. É uma ferida que não cicatriza nunca, pois nem bem começa a criar uma casquinha, esta é logo friccionada até a  exasperação para que volte a ficar em carne viva. É muito triste ver pessoas que poderiam ser felizes, optarem por uma vida de ódio, amargura e ressentimento. Muitas vezes algumas pessoas assim, alvos de tanto rancor, nem ficam sabendo de que alguém lhe quer tão mal e dorme tranquila na paz dos justos, enquanto que a outra pessoa, a que odeia,  passa as vezes à noite em claro, remoendo todo o seu ódio e ira mortal, arquitetando meios de dar vazão a toda sua maldade, alimentada por um ódio doentio, calcada em bases na maioria das vezes, com premissas falsas. O pior de tudo é quando a pessoa odiada vem a falecer e deixa aquele que o odeia no ar, sem um outro objetivo na vida, totalmente perdido, pois tudo em sua vida,  girava em torno do ódio que a alimentava e agora não lhe resta mais nada, só apenas um grande vazio. Então, passa a aguardar que a morte também o alcance, para pôr fim a uma vida, que não valeu a pena ser vivida.   

sábado, 11 de junho de 2011

ORGULHO, ESTA COISA TÃO PREJUDICIAL

Vivemos num mundo em que a maioria das pessoas são orgulhosas. Têm orgulho de sua posição social, de sua aparência, de sua cultura, de suas consecuções, de seu trabalho, de ser pessoa com destaque e por ai vai. Estão como que batendo no peito a dizer: eu sou isso, ou sou aquilo ou eu cheguei lá! O orgulho é antítese da humildade, qualidade muito apreciada por todos. Ninguém gosta de conviver ou manter amizade com uma pessoa orgulhosa, que vive se jactando de proezas muitas vezes mentirosas. As vezes tal pessoa vive se cartando por coisas que nem fez, mas sim algum amigo, parente ou pessoa conhecida. A pessoa orgulhosa gosta de se sobressair em detrimento dos que estão a sua volta. É uma pessoa invejosa daqueles que conseguem ter alguma coisa reconhecida, achando mesmo, que ela seria mais merecedora do que a outra pessoa. Gosta de desvalorizar qualquer feito alheio para que os seus sejam enaltecidos.  Está sempre contando vantagens. Gosta dos lugares de maior destaque. Se supervaloriza, alegando ter qualidades que as pessoas normais não tem. Não admite ter errado ou cometido falhas. Não pede desculpas. Se aborrece com facilidade, caso as pessoas não lhe atribua o valor que ele acha merecer. Está sempre de mau humor, achando que deveria ocupar um lugar melhor no mundo. Vive se lamentando da vida por achar que não tem seus méritos reconhecidos. Como diz um ditado popular: ainda bem que Deus não deu asas a cobras. Conviver com uma pessoa assim, é muito difícil, chegando as vezes ser insuportável. Nada faz o orgulhoso baixar a crista, mesmo quando está por baixo; ainda assim mantém a pose e a ostentação. Como a Bíblia bem o diz: O orgulho vem antes da derrocada, ou seja, depois de um período de jactância e esnobação, de achar que está por cima da carne seca, ela sucumbe fragorosamente. Mas as pessoas orgulhosas, como elas dizem: caem, mas caem de pé. Não admitem seus erros, fracassos ou derrotas, para as quais tem sempre uma desculpa ou um bode expiatório. Certamente o orgulho é muito prejudicial, espanta amizades, torna a pessoa invejosa das consecuções alheias. Mas existe alguma coisas das quais ter orgulho é bom? Sim, existe algumas coisas das quais devemos nos orgulhar:  De conhecermos a Deus e sermos reconhecido por Este. De pertencermos a uma fraternidade mundial. De conhecermos a verdade a respeito do propósito de Deus. Estas são algumas coisas, das quais  termos orgulho não é prejudicial, muito pelo contrário é louvável, pois não atribuímos o mérito a nós próprios mas Àquele a quem pertence toda a honra e glória!          

terça-feira, 7 de junho de 2011

PORQUE AS PESSOAS NOS DECEPCIONAM ?

Olha, eu não esperava que ela fizesse isto. Que decepção! Quantos de nós, já passamos por esta situação de nos decepcionarmos com algum amigo, namorada, noivo, esposa e vice-versa. Não existe no mundo, pessoa que algum dia não tenha se decepcionado com alguém que ela achava que nunca iria fazer tal coisa. Porque isto acontece? É possível viver sem se decepcionar com alguém? Para a primeira pergunta temos algumas respostas e não todas. Muitas vezes começamos uma amizade com pessoas erradas, com pontos de vistas diferentes, pensando que ela mudaria com o tempo e se adequaria ao nosso. Por conta disto, investimos tempo, energias e dinheiro no afã de conquistar o carinho, a  amizade, o afeto ou mesmo o amor de alguém. Outras vezes a pessoa não é a errada mas criamos expectativas irreais, infundadas, distorcida da realidade. Não há nenhuma base sólida para qualquer relacionamento seja de amizade ou outro qualquer, mas mesmo assim o nosso coração, que é traiçoeiro insiste em algo que não é concreto e até impossível. A amizade, como também todo o relacionamento entre pessoas é uma via de mão dupla e não pode fluir só num sentido. Tem de haver reciprocidade, intercâmbio e trocas de gestos e demonstrações de gentilezas e carinho. Não há, verdadeiramente uma  amizade quando uma parte é ativa, dá tudo de si e a outra fica totalmente passiva, não fazendo nada. Apenas um contribui para a continuação e fortalecimento da amizade, através de vários esforços para aumentar os laços, enquanto a outra fica totalmente estática, como se fosse um poste. Ou seja, um entra com 99,99 % das coisas boas de um relacionamento e o outro com menos de 0,0l. O que irá acontecer com o passar do tempo?  Aquele que investe tanto para a permanência de uma amizade assim, irá se cansar de tanto regar uma planta artificial sem ver o mínimo resultado de seu trabalho. Depois de muito tempo, não vendo brotar nenhum raminho, ele se dá por vencido. Um outro motivo de nos decepcionarmos com alguém é que algumas pessoas são ingratas. Não reconhecem qualquer esforço ou bem que se faça a seu favor ou os benefícios recebidos. Acham que, o que se lhe dá é o que ela merece. Não veem e nem são gratas pelo que recebem pois se auto valorizam, minimizando as coisas recebidas, como se fossem coisas banais, simples,corriqueiras e de pouco ou nenhum valor. Só irão perceber o quanto receberam, sem serem gratas ou darem o mínimo valor, quando já for tarde, depois de apanharem muito da vida, irão ver, que possuíam tudo, eram felizes e não sabiam. O gozado neste caso, é que tais pessoas, ao verem cessar as benesses de que eram alvo, se acham no direito de se dizerem decepcionadas com os que deram tudo de si, aqueles que contribuíam para a continuação da amizade. Para elas é uma decepção, que alguém que ela achava ter sobre controle, que lhes fornecia tudo, amizade, carinho e apreço, de uma hora para outra, dê um basta, deixando-a no ar. A sua grande decepção, está no fato de que ela, jamais imaginaria que aconteceria algo que estancaria tal amizade, namoro e até casamentos. Elas se esquecem, que aquilo que não é cultivado, regado e bem tratado, um dia morre. Quanto a segunda pergunta feita: É possível viver sem os decepcionarmos com alguém?  A resposta é, NÃO. Sempre haverá pessoas que irão nos decepcionar. Sejam amigos, namoradas, noivas, esposas, patrões, chefes, sócios, empregados. O que podemos fazer para certos casos, são algumas atitudes e comportamentos, que poderão minimizar os danos. Primeiro, não criarmos expectativas  demais ou irreais dos outros. Não investirmos em amizades em que não há reciprocidade. É bom sempre lembrarmos que ninguém é insubstituível, sempre haverá outra pessoa para o lugar vago. Os cemitérios estão lotados de pessoas que eram insubstituíveis. Num relacionamento podemos e devemos ser bons, mas nunca ao ponto de sermos bobos. Não termos excesso de confiança em alguém, como se ela nunca pudesse cometer um ato de infidelidade. Não criarmos fantasias ou devaneios, coisas ilusórias com relação a outra pessoa, a nossa relação deve alicerçada em algo tangível, com uma base real, bem apoiada, mesmo que seja em menor grau que o que desejamos. Também, não devemos ser os únicos investir na permanência ou continuação da amizade; depois de pouco tempo se não vermos nenhuma reação ou resposta da outra parte, tirarmos o nosso time de campo e partirmos para outra. Não adianta insistir, pois o tempo não vai melhora-la, dá apenas uma falsa aparência de solidez, pelo lapso de duração, mas isto não é algo concreto. A insistência em tal amizade assim, é perda de tempo, de energias e outros investimentos, pois será como construir um belo castelo de areias, não resistirá as provas que certamente existirão e ruirá fragorosamente causando muitas dores e decepções naqueles que acreditavam ter uma relação sólida. Devemos nos lembrar também, que nós mesmos as vezes, por atos errados e até involuntários, somos uma grande decepção para outras pessoas. Por isto, não fique tão intrigado como se fosse uma aberração ou o fim do mundo, nos decepcionarmos com alguém. Mas esteja certo de uma coisa: Por mais que nos esforcemos e tomemos todas as precauções, nada impedirá que não nos decepcionemos com alguém!        

sexta-feira, 3 de junho de 2011

QUEM SÃO OS NOSSOS PIORES INIMIGOS?

Muita gente alardeia não possuir inimigos. Na verdade, os que pensam assim, acham que só fazem o bem e que não existe motivos para se ter inimigos. Ora, se isto fosse certo, Jesus não teria inimigos, nem seria morto. Sim, por mais que nos esforcemos sempre terão aquelas pessoas que embora não se declarem nossos inimigos mas farão atos que demonstram que o são. Alguns são por causa de invejas, outros por ciúmes, outros por intrigas ou mal entendidos. Tem  ainda os que simplesmente não se simpatizam conosco. Mas isto não quer dizer que são nossos verdadeiros inimigos? Sim, é verdade mas se surgirem oportunidades, eles não titubearão em se constituírem nossos adversários. Mas a pergunta que não quer calar, é:  Quem são os nossos piores inimigos?  Os que falamos ainda poucos, são pessoas que mantemos a  uma certa distância, não compartilham do nosso dia a dia, por isto, quase todos os seus atos são monitorados como que num de jogo de xadrez,  para não sermos pegos desprevenidos e nos darem um xeque mate. Agora, existem aquelas pessoas que eram nossos amigos, que compartilhavam da nossa vida, que quando tínhamos algum problema,  era o nosso ombro amigo, onde as vezes debruçados em lágrimas, confidenciávamos nossos segredos recônditos e fraquezas. Quando esta pessoa deixa de ser nosso amigo e passa por algum  motivo a nos odiar, com certeza será o nosso pior inimigo, pois ela conhece com detalhes e pormenores os nossos pontos fracos ou vulneráveis, que todos nós temos. Ela sabe como nos ferir e magoar e se for daquelas pessoas implacáveis, que se esquecem com facilidade dos bons momentos de uma relação de estreita amizade, será uma inimiga ferrenha.  Outro tipo de pessoa assim, são alguns ex-cônjuges. Temos visto no  noticiário, que principalmente políticos, se preveniram contra todo o tipo de ameaças que poderia vir de pessoas estranhas,  tentando o flagrarem em algum ato ilícito o que tinha sido em vão,  mas se esqueceram de que rompido o casamento e dependendo de como o foi, uma grande brecha em sua muralha de proteção foi rompida e ele estará em maus lençóis. Ex-cônjuges e ex-amigos magoados ou  com raiva, não vacilarão em praticar os atos mais torpes com a finalidade de nos atingir e  ferir. Por mais que nós tenhamos cautelas, nunca poderemos saber quem são os amigos  que algum dia se bandearão para o outro lado a ponto de nos querer o mal. Embora Jesus, soubesse de antemão que um dos doze iria o traí-lo, não sabia qual, até que Judas começou a demonstrar um aspecto negativo de sua personalidade. Só que Jesus, diferente de nós não tinha fraquezas ou pontos vulneráveis para serem usados em momentos de retaliação. Nós todos somos imperfeitos, falhos, humanos e portanto temos muitas coisas ruins e negativas na nossa personalidade, que se usada por aqueles que conviveram conosco e as conhecem, podem nos causar muitos danos, tanto físicos como mentais. Sim, estas pessoas serão os nossos piores inimigos.     

É SÁBIO COMPRAR BRIGAS DOS OUTROS?

 
Quase todos nós já ouvimos este ditado: "Aos amigos tudo! Aos inimigos nada". Sim, muitos compartilham esta opinião de que, para os amigos mesmo que eles não tenham razão em uma discussão ou disputa eles estão sempre certo, a parte contrária ou seus inimigos por mais que eles estejam  corretos em seus motivos eles serão sempre errados. Tal comportamento não é muito justo, pois muitas vezes os nossos amigos estão errados e quando endossamos as suas opiniões ou atitudes, podemos estar cometendo grandes injustiças para com aquele que está correto, numa posição justa. Ela apenas demonstra uma lealdade na amizade. É muito ruim quando tomamos uma posição em uma discussão, ou disputa, sem ouvir todos os envolvidos, ou a outra parte, pois todos tem o direito sagrado de defesa, de expor os seus motivos ou razões, do porque agiu assim ou do porque tomou tal atitude. Estas coisas ocorrem não só no ambiente da amizade como em outros campos. Por exemplo, as vezes numa briga de casal, quando os parentes de um cônjuge envolvido se intrometem na discussão ou na briga tomando uma posição a favor de seu parente consanguíneo, ficarão numa posição bastante desconfortável se após o litígio e quase sempre acontece isto, o casal volta a ficar numa boa. A mágoa causada por palavras ásperas, ferinas e mordazes ditas numa hora de irreflexão, ou no calor da discussão, causarão uma enorme ruptura no círculo familiar. É uma cicatriz que ficará para sempre. Como diz um adágio popular: "em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher". Portanto, não é sábio comprar brigas dos outros ou dar a nossa opinião, sem que tenhamos todas as informações corretas dos envolvidos numa disputa. Isto não é deslealdade para com os nossos amigos mas uma atitude sensata. A prudência, ou cautela, antes de tomarmos alguma decisão ou partido, nunca é demais. Os nossos amigos, talvez a princípio fiquem aborrecidos por não encamparmos as suas opiniões mas depois verão que tal comportamento demonstra uma nobreza de caráter e que não somos parciais ou tendenciosos, nas nossas atitudes. É muito melhor desagradarmos alguém do que cometermos injustiça por fazer pre-julgamentos de coisas que não temos todas as informações que possibilitem ver, quem está errado numa disputa. Fazendo assim, estaremos demonstrando que temos a sabedoria necessária para que julguemos não pelo que aparenta ser mas pelo que realmente é. Demonstraremos também que somos pessoas maduras, ponderadas e justas, que não se emprenhamos pelo ouvido mas pelo que de fato é verdadeiro e correto, mesmo desagradando os nossos amigos, que com o tempo entenderão a nossa posição e a amizade não ficará estremecida e poderá em certos casos até ser fortalecida por verem eles em nós, pessoas de caráter, justas e  imparciais, coisas raras em nossos dias!!!      

domingo, 22 de maio de 2011

A GRANDE MENTIRA

De vez em quando, descobrimos que algo que alguém nos falou não passa de uma mentira. Sim, nós mesmos, às vezes, para sair de uma situação embaraçosa, falamos alguma  mentira ou dizemos meias-verdades. Outros são mentirosos contumazes. Não existe nenhuma situação desesperadora, mas ainda assim lançam mão de uma mentira. Na verdade a mentira faz parte de sua existência e às vezes fica difícil saber distinguir no que tal pessoa diz, o que é verdade e o que é mentira. Sim, a mentira está como que impregnada na maioria das pessoas, como se fizesse parte de sua personalidade. Mas como tudo começou? E quais são as consequências que geraram a primeira mentira? Quando alguém cria ou diz alguma coisa pela primeira vez, passa a ser o criador ou o autor da coisa. Por exemplo, nós brasileiros dizemos que Santos Dumont é o Pai da viação, porque ele foi o primeiro a voar num objeto mais pesado que o ar. Assim, quando alguém fala alguma coisa pela primeira vez é o pai de tal assertiva. No evangelho de João, no capítulo 8, no versículo 44, Jesus chama Satanás, o Diabo, de "o pai da mentira", quer dizer que ele foi o primeiro ser a proferir uma mentira. Quando foi isto e que mentira foi esta ? Lá no Jardim do Éden, Deus havia dado uma ordem ao primeiro homem, Adão, de que não deveria comer do "fruto da árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau" pois se assim o fizesse morreria. Algum tempo depois, um ser espiritual que se tornou Satanás, o Diabo, disse a mulher, Eva, que poderia comer e que ela "positivamente não morreria". Disse ainda mais, que ela se tornaria igual a Deus, ou seja, seria uma criatura espiritual. Ora, quem disse a verdade e quem disse a mentira? Bom, se nós aceitarmos o que Deus disse, primeiro como aviso e depois no julgamento dito a Adão de que  "tu és pó e ao pó  retornarás", ambos morreriam e nada deles poderia existir em qualquer outro lugar. Foram feitos do pó da terra e voltariam ao pó da terra. Agora, se aceitarmos como verdade que após as mortes, tanto de Adão como de Eva, algo neles, tais como sua alma ou seu espírito, passaram a existir, tornando-os um ser espiritual, quem falou a verdade foi Satanás, o Diabo. Deus, neste caso, seria o mentiroso, pois disse que eles morreriam e eles continuavam vivos, agora melhor ainda, como criaturas espirituais, iguais a Ele, Deus. Temos de dar bastante atenção nesta questão porque é séria demais: Se admitirmos que algo em nós, assim como em Adão, permanece vivo após a morte, algo imortal, estamos chamando Deus de mentiroso. Deus asseverou que nós morreríamos e que nós éramos do pó e ao pó voltaríamos na morte, já o Diabo disse que não, que temos dentro de nós algo que é imortal, que sobrevive após a morte. Baseado nesta declaração de Deus, feita lá no Jardim do Éden, o Apóstolo Paulo pôde asseverar, em Romanos 6: 23, que "o salário do pecado é a morte" e não a vida em qualquer outro lugar, mesmo que seja sofrendo. A existência em qualquer lugar, seja nos céus, como alguns imaginam ou num inferno como outros asseveram, não deixa de ser uma forma de vida, de existência. Como Deus não se contradiz, no livro de Eclesiastes, no capítulo 9, versículo 5, Ele assevera como está escrito em resumo: "os vivos tem consciência de que morrerão, mas os mortos não tem mais consciência de nada" . Ou seja, alguém que morreu não tem mais consciência de nada, nem existe em parte alguma do universo, aí sim nós temos a morte no sentido pleno como a não existência e foi o que prometeu  Deus, como castigo a  Adão e não a existência em sofrimento. Logicamente há exceção: Jesus, que já existia antes de vir a Terra como ser espiritual, ao ser ressuscitado por Deus no terceiro dia após sua morte, passou a ter consciência, pois voltou a sua condição de ser espiritual. Depois dele, só os pouquíssimos membros ou o pequeno rebanho, que foram comprados da Terra para reinarem com Ele nos céus, terão corpos espirituais. Todos os demais estão como que dormindo no sono da morte, não têm mais nada a ver com o que acontece com os que estão vivos. Só voltarão a existir quando forem ressuscitados por Jesus, conforme sua promessa expressa no evangelho de João, no capitulo 5, versículos 28 e 29. Portanto, a grande mentira e embuste que tem enganado e cegado milhões de pessoas é crerem nas palavras de Satanás, o Diabo, de que na morte algo dentro de nós não morre e passamos a ser uma criatura imortal, vivendo nos céus, tais como os anjos ou em algum outro lugar, tal como o inferno, para pagarmos pelos nossos pecados. Nós cremos naquilo que Deus disse: que morreríamos e que na morte retornamos ao pó, não vamos para lugar algum. A nossa esperança para os que estão dormindo na morte é a ressurreição, ou seja, levantarem-se ou ressurgirem do pó, voltarem a viver de novo aqui na Terra, mas agora em condições justas, debaixo do Reino de Deus. A vinda de Jesus à Terra foi com esta finalidade, pagar com sua vida perfeita o preço correto pelo que Adão perdeu, que foi não só a sua vida, mas as dos descendentes por nascer. Com o pagamento do resgate poderemos então viver o que Adão e Eva  perderam, que é viver em abundância ou eternamente, não nos céus, mas aqui mesmo nesta Terra, que voltará a ser como era lá no Jardim do Éden, sem ninguém mais para lançar mentiras, para enganar, como tem conseguido Satanás até os dias de hoje, por fazer crerem muitas pessoas na imortalidade de algo em nós, tal como alma, espírito ou qualquer outro espectro, que sobrevive após a  nossa morte. Sim, este tipo de vida é uma mentira e por causa dela criou-se um emaranhado de religiões, desde as praticadas no oriente, no ocidente, nas várias tribos da África, nos aborígenes esquimós, até os povos indígenas de todo o continente americano, todas tendo a mesma base e crença comum, que é a existência de vida após a morte. O seu alcance é tão grande que inspirou livros, novelas, filmes, músicas, peças de teatro, documentários, debates, conferências e toda a sorte de propaganda. Pessoas influentes, formadores de opiniões, escritores famosos, artistas consagrados, teólogos, intelectuais, gurus e outros tidos como sábios, compartilham a mesma ideia, razão porque muitos nem questionam isto, por acharem um fato consumado, quando na verdade, é apenas uma grande e terrível mentira.